quinta-feira, 25 de abril de 2013

PÉROLAS ESPARSAS






O BLOG DE ABRIL/13

PORTUGAL,SEMPRE!






Olá,bom dia
Encontrei esse texto excelente na Internet e estou compartilhando com vocês.O que é bom ,deve ser mostrado...e,praticado!
Se eu tivesse que escolher uma palavra - apenas uma - para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar. Depois de infinitas (e imensas) conquistas,acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos,reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho.
Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos - e merecemos - ter.

Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulhermoderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que 
gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes - isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então,
nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa,prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, sefor preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegueproporcionar.

E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio.
Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia - não importa - e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a 
serenidade e o equilíbrio quando é preciso.
Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada.

Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada - faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista.

Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias,descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.
Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. *Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada.* Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro,e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.
E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Mel Gibson...
Sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra:
use-o para reinventar a si mesma.
E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando s elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.
LEILA FERREIRA




               UM POEMA DE RONALD DE CARVALHO
                            CONHECE-O?



                               *TEORIA*

Um poeta nunca fica inteiramente esquecido: adormece!

Sendo o Brasil um país de memória curta tomei a peito a empreitada de trazer à vista aqueles poetas que marcaram uma época , mas,que hoje,caíram num  injusto  ostracismo e quase não se fala mais neles.

Nesta sexta-feira trago para vocês um mestre do modernismo, Ronald de Carvalho,morto em 1935.

Esta poesia é dedicada aos poetas(perdoem a redundância),aos que vivem às voltas com métricas e rimas e transformam palavras em sonhos.

                              *TEORIA*

Cria o teu ritmo a cada momento.

Ritmo grave ou límpido ou melancólico;

Ritmo de flautas desenhando no ar

Imagens claras

De bosques,de águas múrmuras,de pés

Ligeiros e de asas;

Ritmo de harpas,

Ritmo de bronzes,

ritmo de pedras,

ritmo de colunas severas ou risonhas,

ritmo de estátuas,

ritmo de montanhas,

ritmo de ondas,

ritmo de dor ou ritmo de alegria!

Não esgotes jamais a fonte da tua

Poesia,

Enche a bilha de barro ou o cântaro de

Granito

Com o sangue da tua carne e as vozes

 Do teu espírito!

Cria o teu ritmo livremente,

Como a natureza cria as árvores e as

Ervas rasteiras.

Cria o teu ritmo e criarás o mundo! 
Ronald de Carvalho era filho do capitão-tenente e engenheiro naval Artur Augusto de Carvalho e de Alice Paula e Silva Figueiredo de Carvalho, concluindo o curso secundário no Colégio Abílio.
Entrou na Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais, atual Faculdade Nacional de Direito da UFRJ, fazendo bacharelado em 1912. Desde1910 trabalhava como jornalista, no Diário de Notícias, cujo diretor era Ruy Barbosa.
Em sua ida para a Europa, cursou Filosofia e Sociologia em Paris. Ao voltar para o Brasil, entrou para o Itamaraty. Em 1922, participou da Semana de Arte Moderna, que decorreu em 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922 no Teatro Municipal de São Paulo, a qual foi o momento determinante doModernismo brasileiro.
Em 1924, dirigiu a Seção dos Negócios Políticos e Diplomáticos na Europa. Durante a gestão de Félix Pacheco, esteve no México, como hóspede de honra daquele governo. Em 1926, foi oficial de gabinete do ministro Otávio Mangabeira. Em 1930, o seu poema Brasil foi entusiasticamente lido na conferência Poesia Moderníssima do Brasil, apresentada pelo professor Manoel de Souza Pinto, da Cadeira de Estudos Brasileiros da Faculdade de Letras de Coimbra (tal estudo saiu estampado depois no Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, domingo, 11 de janeiro de 1931, página 3). Exerceu cargos diplomáticos de relevância, servindo na Embaixada de Paris, com o embaixador Sousa Dantas, por dois anos, e depois em Haia (Países Baixos). Retornou a Paris, de onde, em 1933, foi removido para o Rio de Janeiro.
Foi secretário da Presidência da República, cargo que ocupava quando morreu. Em concurso realizado pelo Diário de Notícias, em 1935, foi eleito Príncipe dos Prosadores Brasileiros, em substituição a Coelho Neto. Colaborou, com destaque, em O Jornal. Casou com Leilah Accioly de Carvalho, com quem teve quatro filhos.
Ronald de Carvalho faleceu com 41 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, no Rio de Janeiro, em 15 de fevereiro de 1935.
Fonte:Wikipédia

                      ***
HUMOR
ÚLTIMAS VONTADES

Dr. Queiroz,já paramentado de avental e com o bisturi na mão,muito delicadamente,como era do seu feitio,chegou-se ao paciente que esperava uma cirurgia e disse:

-Senhor, não consigo enganar ninguém.Por isso é meu dever lhe avisar que sua cirurgia é muito delicada.E,sem querer assustar,lhe digo que,muita gente não tem êxito...

Nestas  condições ,será que o senhor não gostaria que eu o  ajudasse  a  fazer seu testamento?

Ao ouvir palavras tão sinceras ,o paciente,muito emocionado ,juntou todas as suas energias e respondeu:

-Sim , doutor. Ajude-me a vestir as minhas calças e calçar os sapatos...porque já me sinto bem melhor e vou desistir da operação.
POLÍTICA



TABARÉU AÉCIO E CORONEL SERRA

                      (Diálogos Possíveis)

   Um cunversê para a posteridade

-Bom dia ,amigo Aécio

-Dia, coroné Serra.

-Estendi-lhe minha mão. Não vai apertar?

-Num posso, tou c’artrite.

-Não é artrite é LER: Lesão por exercício competitivo. O amigo usa muito o PC?

-Inhô não. Essa coisa de PC é cum o Collor. E fedeu!

-O prezado recebeu minha carta convidando-o para ser meu vice?Era uma carta importante lhe oferecendo um cargo importante.

-Aquele papelzin’ com umas letrinhas miúdas? Bão, tava no mato disprivinido... Fiz outro uso dele. O coroné me adisculpe. Tava apertado.

-Nossa, você não devia fazer isso!Estou sem vice. O compadre quer me transformar numa vergonha nacional? Pense no partido. O Guerra vai ficar uma fera!

-Num gosto de Guerra, coroné, sou da paz. Adoro dança e muié. Mas, pruquê o sô coroné num bota o Guerra?

-Porque ele tem um monte de fantasmas no gabinete dele. Já pensou que pratinho prá oposição?

-Antão, escoie a muié, Cuma é o nome!? a qui gosta de baitas fazendas...

-O amigo fala da Kátia?Ela não quer...

-Vejo qui o coroné tá cheio de dificulidade. Acho qui é pruquê se meteu cum o demo. Minêro num qué nada com esse cara. Vade retro!

-Por isso apelei para o compadre. Meu vice será o próximo presidente do Brasil.

-Me deixa queto, coroné. Tou bem como tô. Esse negoço de vice chama olho gordo. As véis dá até puliça, deus me livre. Sou pobre, mas, sô limpinho.

-Mas, que coisa! Nem acredito. Somos do mesmo partido,mas,parece que o amigo guarda ódio congelado.Não entendo,fala-se tanto da hospitalidade mineira.

-Apois; é só o coroné adoecê qui te visito todo dia; faço mingau di cachorro, levo a muié prá fazê sopinha, tudo...

-Reconsidere, Aécio.Vamos ficar bem.

-O coroné tá cansado de sabê; Minêro num briga mais também não faz as pais.
PARA AS DONAS OU DONOS DE CASA
UM DIA VOCÊ FOI,É,OU SERÁ

 Para tirar o cheiro forte da geladeira ou de vasilhames plásticos, é só
lavá-los com bicarbonato de sódio diluído em um pouco de água. No caso dos vasilhames, deixe-os mergulhados nessa solução por algum tempo. 
  Para tirar o queimado do fundo da panela, leve a ferver um pouco de água misturada com bicarbonato de sódio.    
Torne o detergente mais eficiente, dissolvendo algumas gotas de vinagre. Suas panelas ficarão brilhando e sem gordura. 
   Para dar um sabor especial a qualquer prato com batatas cozidas, coloque 2 ou 3 cravos-da-índia na água do cozimento. 

VOU-ME EMBORA COM SAUDADE DESTA PROSA VARIADA. VENHA CÁ,MINHA COMADRE SEM VOCÊ,NÃO VALHO NADA.






  

domingo, 17 de março de 2013

JESUS BARRADO NO CONCLAVE DOS CARDEAIS

                                                            O BLOG DE MARÇO/2013



Img.Opera Mundi:Peregrino rezando antes do conclave
ARTIGO DE FUNDO. PROFUNDO!
Jesus barrado no conclave dos cardeais
Qualquer semelhança com Jesus de Nazaré não é mera coincidência mas a pura verdade.

Cardeais da Igreja Católica vieram de todas as partes do mundo, cada qual carregando as angústias e as esperanças de seus povos, alguns martirizados pela Aids e outros atormentados pela fome e pela guerra. Mas todos mostravam certo constrangimento e até vergonha pois vieram à luz os escândalos, alguns até criminosos, ocorridos em muitas dioceses do mundo, com os padres pedófilos; outros implicados na lavagem de dinheiro de mafiosos e super-ricos italianos que para escapar dos duros ajustes financeiros do governo italiano, usavam o bom nome do Banco Vaticano para enviar milhões de euros para a Alemanha e para os Estados Unidos. E havia ainda escândalos sexuais no interior da cúria bem como intrigas internas e disputas de poder.

Face à gravidade da situação, o papa reinante sentiu que lhe faltavam forças para enfrentar tão pesada crise e constatando o colapso de sua própria teologia e o fracasso do modelo de Igreja, distanciado do Vaticano II, que, sem sucesso, tentou implementar  na cristandade, acabou honestamente renunciando. Não era covardia de um pastor que abandona o rebanho mas a coragem de deixar o lugar para alguém mais apropriado para sanar o corpo ferido da Igreja-instituição.Finalmente chegaram todos os cardeais, alguns retardatários, à sede de São Pedro para elegerem um novo papa. Fizeram várias reuniões prévias para ver como enfrentariam este fato inusitado da renúncia de um Papa e o que fariam com o volumoso relatório do estado degenerado da administração central da Igreja. Mas enfim decidiram que não podiam esperar mais e que em poucos dias deveriam realizar o conclave.

Juntos rezaram e discutiram o estado da Terra e da Igreja, especialmente a crise moral e financeira que a todos preocupava e até escandalizava. Consideraram, à luz do espírito de Deus, qual deles seria o mais apto para cumprir a difícil missão de “confirmar os irmãos e as irmãs na fé”, mandato que o senhor conferira a Pedro e a seus sucessores e recuperar a moralidade perdida da instituição eclesiástica.
  Enquanto lá estavam, fechados e isolados do mundo, eis que apareceu um senhor que pelo modo de vestir e pela cor de sua pele parecia ser um semita. Veio à porta da Capela Sistina e disse a um dos cardeais retardatários: “posso entrar com o senhor, pois todos os Cardeais são meus representantes e preciso urgentemente falar com eles”.

O Cardeal, pensando tratar-se de um louco, fez um gesto de irritação e disse-lhe benevolamente: “resolva seu problema com a guarda suíça”. E bateu a porta. Então, este estranho senhor, calmamente se dirigiu ao guarda suíço e lhe disse:”posso entrar para falar com os cardeais, meus representantes”?

O guarda o olhou de cima para baixo e não acreditando no que ouvira, pediu, perplexo, que repetisse o que dissera. E ele o fez. O guarda com certo desdém lhe disse: “aqui entram somente cardeais e ninguém mais”.

Mas esta figura enigmática insistiu: “eu até falei com um dos cardeais e todos eles são meus representantes, por isso, me permito de estar com eles”.

O guarda, com razão, pensou estar diante de um paranoico destes que se apresentam como César ou Napoleão. Chamou o chefe da guarda que tudo ouvira. Este o agarrou pelos ombros e lhe disse com voz alterada: “Aqui não é um hospital psiquiátrico. Só um louco imagina que os cardeais são seus representantes”.
Mandou que o entregassem ao chefe de polícia de Roma. Lá, no prédio central, repetiu o mesmo pedido: “preciso falar urgentemente com meus representantes, os cardeais”. O chefe de polícia nem se deu ao trabalho de ouvir direito. Com um simples gesto determinou que fosse retirado. Dois fortes policiais o jogaram numa cela escura.

De lá de dentro continuava a gritar. Como ninguém o fizesse calar, deram-lhe murros na boca e muitos socos. Mas ele, sangrando, continuava a gritar:”preciso falar com meus representantes, os cardeais”. Até que irrompeu cela adentro um soldado enorme que começou a golpeá-lo sem parar até que caísse desmaiado. Depois amarrou-lhe os braços com um pano e o dependurou em dois suportes que havia na parede. Parecia um crucificado. E não se ouviu mais gritar:”preciso falar com meus representantes, os cardeais”.

Ocorre que este misterioso personagem não era cardeal, nem patriarca, nem metropolita, nem arcebispo, nem bispo, nem padre, nem batizado, nem cristão, nem católico. Era um simples homem, um judeu da Galileia. Tinha uma mensagem que poderia salvar a Igreja e toda a humanidade. Mas ninguém quis ouvi-lo. Seu nome é Jeshua.

Qualquer semelhança com Jesus de Nazaré, de quem os cardeais se dizem representantes, não é mera coincidência mas a pura verdade.

“Veio para os seus, e os seus não o receberam” observou mais tarde e tristemente um seu evangelista.

Leonardo Boff é teólogo. Texto publicado originalmente em Brasil de Fato.


Leonardo Boff, pseudônimo de Genézio Darci Boff (Concórdia, 14 de dezembro de 1938), é um teólogo brasileiro, escritor e professor universitário, expoente da Teologia da Libertação no Brasil. Foi membro da Ordem dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos. Ficou conhecido pela sua história de defesa pelas causas sociais e atualmente debate questões ambientais.

comentários
ENQUANTO ISSO,NA JUSTIÇA...


O ASSASSINO DE ELISA SAMÚDIO,O GOLEIRO BRUNO,FOI CONDENADO A  UMA PENA IRRISÓRIA,QUE CUMPRIRÁ POUCO E LOGO ESTARÁ NAS RUAS.E,PROVAVELMENTE,IRÁ JOGAR NA EUROPA...

O ASSASSINO DE MÉRCIA  NAKASHIMA,TAMBÉM.NOSSA JUSTIÇA PERDEU A NOÇÃO DE DECÊNCIA.NOSSAS LEIS SÃO LENIENTES COM BANDIDOS.E,NO CASO DA MÉRCIA,AINDA HOUVE OFENSAS AO IRMÃO DELA POR PARTE DOS ADVOGADOS DO CRIMINOSO.MAS,PODERÍAMOS ESPERAR CARÁTER NOS TIPOS,COMO ESSES,QUE DEFENDEM CRIMINOSOS COMO MISAEL?UM DIA AINDA VAI VIRAR PASTOR EVANGÉLICO,VOCÊS VERÃO...
POIS É,QUERIDOS,A JUSTIÇA ,POR TER VENDA E BALANÇA,SEMPRE ROUBA NO PESO...

HÁ ESPERANÇAS?
SIM!

LEMBRAM-SE DO MOTORISTA BÊBADO,CRUEL E A QUEM NÃO SABEMOS SE PODERÍAMOS CHAMAR DE HUMANO,QUE ATROPELOU O TRABALHADOR NUMA BICICLETA ,O BRAÇO DO RAPAZ FICOU PRESO NO CARRO E ELE,SIMPLESMENTE,JOGOU-O NO CÓRREGO E SUMIU?
POIS,BEM!PARA PROVAR QUE A HUMANIDADE AINDA TEM JEITO,UM SENHOR,DONO DE UMA FÁBRICA DE PRÓTESES,OFERECEU UM BRAÇO MECÂNICO AO RAPAZ.
ACHO QUE É POR PESSOAS ASSIM EXISTIREM QUE O SÁBIO SENHOR DO UNIVERSO AINDA NÃO TRANSFORMOU TUDO EM PÓ.

CANTINHO DO HUMOR



SEM COMENTÁRIOS!





segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

DEUS E O DIABO NA TERRA DOS PAPAS




DEUS E O DIABO NA TERRA DOS PAPAS
...pois a nossa luta não é contra o sangue e a carne,mas,contra os principados,as potestades,os dominadores deste mundo tenebroso,os espíritos malignos espalhados pelo espaço.”
               São Paulo,epístola aos efésios    
Ribombou no Vaticano,como um raio do Senhor,a renúncia de Bento XVI;muitos ,perplexos,não entenderam;outros especularam,alguns condenaram e  uma maioria louvou a coragem do Pontífice.Estou entre esses. 
Bento XVI não foi o primeiro papa a renunciar.Celestino V que ele tanto admira, foi um deles. Mas,nenhum dos sete renunciantes tiveram a mesma razão do Cardeal Ratzinger,   o cordeiro imolado para tentar acabar com o mar de lama em que está envolvida a Cúria Romana e que pode levar ao fim da Igreja Católica como a conhecemos.
Profecias sobre isso já aconteceram. São Malaquias previu que viria um papa negro e que logo em seguida “Roma seria destruída;e,o próprio Cristo disse que sua igreja duraria 2000  .Assim sendo,já está fora do prazo de validade.  

Os dissabores e decepções do Papa foram se acumulando e pesando muito sobre seus frágeis ombros;importante teólogo e intelectual de vasta cultura,além de educado no rigor da lei  ,era difícil ,para ele conviver com a sordidez,a ganância e a maracutaia que vicejava,no segredo entre os príncipes da Igreja.
Nesta luta entre o Bem e o Mal,que dividiu a Cúria ,falou-se até em chantagem, devido ao roubo de documentos secretos ,cometidos pelo mordomo do papa,episódio conhecido como Vatileaks, mas,essa hipótese parece descartada.  
Claro que se a coisa ocorreu assim –o culpado nas estórias policiais é sempre o mordomo – houve um mandante ,que pode ter sido um membro da Cúria e pessoa bem próxima do Papa,cujo interesse seria desestabilizar outros cardeais.a luta interna nos bastidores da Igreja supera até as Cruzadas.
Os documentos roubados eram cartas denunciando os corruptos que assinaram contratos superfaturados e causado um prejuízo de milhões de euros ás finanças da Santa Sé,segundo a imprensa especializada.  
Resumo da ópera: o mordomo foi  condenado,preso e perdoado pelo Papa.
Claro que o Papa não perdoaria esses “mercadores do templo” como Cristo também não perdoou.Na impossibilidade de expulsá-los o Papa preferiu ele mesmo sair.  
O Papa,nos seus últimos pronunciamentos .deixou clara sua amargura   e constrangimento devido ás dissensões entre  os cardeais que abalavam a unidade da Igreja.
-“É preciso superar individualismos e rivalidades”,disse ele.Mas,a maioria dos cardeais  está cuidando muito mais dos seus próprios interesses,sucesso pessoal e glória do que no serviço de Deus.
Outro fato que muito incomodou o papa foi não ter recebido apoio dos cardeais,bispos e padres ,para punir e os pedófilos.Entrou em cena o “espirit du corps” da igreja,que preferiu ignorar  e acobertar fatos horripilantes como os acontecidos na Irlanda onde milhares de crianças foram abusadas sexualmente e seus algozes nunca punidos.
Convenhamos que tudo isso é demais para um frágil senhor que só se preocupa em tornar a igreja melhor,embora  continue condenando  o aborto,o casamento entre pessoas do mesmo sexo e as pesquisas sobre as células – tronco.

E ,o pior,seu sofrimento e mágoa não acaba ai;agora,ainda tem que se preocupar com sua segurança e moradia.Se for recolher-se,como quer a um monastério e lá acabar os seus dias e,entre livros,curar suas mágoas,corre o risco de ser preso como conivente  com a pedofilia.Para evitar isto terá que morar em Castel Gandolfo e gozar da imunidade papal;mas,estará vendo e convivendo diariamente com aqueles que o destruíram e estão destruindo a igreja.
Entre a cruz e a caldeirinha o Cardeal Ratzinger estará cumprindo o seu calvário.



...E PARA QUEM GOSTA DA TEORIA DA CONSPIRAÇÃO

A HISTÓRIA SECRETA DA RENÚNCIA DE BENTO XVI

Os especialistas em assuntos do Vaticano afirmam que o Papa Bento XVI decidiu renunciar em março passado, depois de regressar de sua viagem ao México e a Cuba. Naquele momento, o papa, que encarna o que o diretor da École Pratique des Hautes Études de Paris (Sorbonne), Philippe Portier, chama “uma continuidade pesada” de seu predecessor, João Paulo II, descobriu em um informe elaborado por um grupo de cardeais os abismos nada espirituais nos quais a igreja havia caído: corrupção, finanças obscuras, guerras fratricidas pelo poder, roubo massivo de documentos secretos, luta entre facções, lavagem de dinheiro. O Vaticano era um ninho de hienas enlouquecidas, um pugilato sem limites nem moral alguma onde a cúria faminta de poder fomentava delações, traições, artimanhas e operações de inteligência para manter suas prerrogativas e privilégios a frente das instituições religiosas.
Muito longe do céu e muito perto dos pecados terrestres, sob o mandato de Bento XVI o Vaticano foi um dos Estados mais obscuros do planeta. Joseph Ratzinger teve o mérito de expor o imenso buraco negro dos padres pedófilos, mas não o de modernizar a igreja ou as práticas vaticanas. Bento XVI foi, como assinala Philippe Portier, um continuador da obra de João Paulo II: “desde 1981 seguiu o reino de seu predecessor acompanhando vários textos importantes que redigiu: a condenação das teologias da libertação dos anos 1984-1986; o Evangelium vitae de 1995 a propósito da doutrina da igreja sobre os temas da vida; o Splendor veritas, um text o fundamental redigido a quatro mãos com Wojtyla”. Esses dois textos citados pelo especialista francês são um compêndio prático da visão reacionária da igreja sobre as questões políticas, sociais e científicas do mundo moderno.
O Monsenhor Georg Gänsweins, fiel secretário pessoal do papa desde 2003, tem em sua página web um lema muito paradoxal: junto ao escudo de um dragão que simboliza a lealdade o lema diz “dar testemunho da verdade”. Mas a verdade, no Vaticano, não é uma moeda corrente. Depois do escândalo provocado pelo vazamento da correspondência secreta do papa e das obscuras finanças do Vaticano, a cúria romana agiu como faria qualquer Estado. Buscou mudar sua imagem com métodos modernos. Para isso contratou o jornalista estadunidense Greg Burke, membro da Opus Dei e ex-integrante da agência Reuters, da revista Time e da cadeia Fox. Burke tinha por missão melhorar a deteriorada imagem da igreja. “Minha ideia é trazer luz”, disse Burke ao assumir o posto. Muito tarde. Não há nada de claro na cúpula da igreja católica.
A divulgação dos documentos secretos do Vaticano orquestrada pelo mordomo do papa, Paolo Gabriele, e muitas outras mãos invisíveis, foi uma operação sabiamente montada cujos detalhes seguem sendo misteriosos: operação contra o poderoso secretário de Estado, Tarcisio Bertone, conspiração para empurrar Bento XVI à renúncia e colocar em seu lugar um italiano na tentativa de frear a luta interna em curso e a avalanche de segredos, os vatileaks fizeram afundar a tarefa de limpeza confiada a Greg Burke. Um inferno de paredes pintadas com anjos não é fácil de redesenhar.

Bento XVI acabou enrolado pelas contradições que ele mesmo suscitou. Estas são tais que, uma vez tornada pública sua renúncia, os tradicionalistas da Fraternidade de São Pio X, fundada pelo Monsenhor Lefebvre, saudaram a figura do Papa. Não é para menos: uma das primeiras missões que Ratzinger empreendeu consistiu em suprimir as sanções canônicas adotadas contra os partidários fascistóides e ultrarreacionários do Mosenhor Levebvre e, por conseguinte, legitimar no seio da igreja essa corrente retrógada que, de Pinochet a Videla, apoiou quase todas as ditaduras de ultradireita do mundo.
Bento XVI não foi o sumo pontífice da luz que seus retratistas se empenham em pintar, mas sim o contrário. Philippe Portier assinala a respeito que o papa “se deixou engolir pela opacidade que se instalou sob seu reinado”. E a primeira delas não é doutrinária, mas sim financeira. O Vaticano é um tenebroso gestor de dinheiro e muitas das querelas que surgiram no último ano têm a ver com as finanças, as contas maquiadas e o dinheiro dissimulado. Esta é a herança financeira deixada por João Paulo II, que, para muitos especialistas, explica a crise atual.
Em setembro de 2009, Ratzinger nomeou o banqueiro Ettore Gotti Tedeschi para o posto de presidente do Instituto para as Obras de Religião (IOR), o banco do Vaticano. Próximo à Opus Deis, representante do Banco Santander na Itália desde 1992, Gotti Tedeschi participou da preparação da encíclica social e econômica Caritas in veritate, publicada pelo papa Bento XVI em julho passado. A encíclica exige mais justiça social e propõe regras mais transparentes para o sistema financeiro mundial. Tedeschi teve como objetivo ordenar as turvas águas das finanças do Vaticano. As contas da Santa Sé são um labirinto de corrupção e lavagem de dinheiro cujas origens mais conhecidas remontam ao final dos anos 80, quando a justiça italiana emitiu uma ordem de prisão contra o arcebispo norteamericano Paul Marcinkus, o chamado “banqueiro de Deus”, presidente do IOR e máximo responsável pelos investimentos do Vaticano na época.
João Paulo II usou o argumento da soberania territorial do Vaticano para evitar a prisã o e salvá-lo da cadeia. Não é de se estranhar, pois devia muito a ele. Nos anos 70, Marcinkus havia passado dinheiro “não contabilizado” do IOR para as contas do sindicato polonês Solidariedade, algo que Karol Wojtyla não esqueceu jamais. Marcinkus terminou seus dias jogando golfe em Phoenix, em meio a um gigantesco buraco negro de perdas e investimentos mafiosos, além de vários cadáveres. No dia 18 de junho de 1982 apareceu um cadáver enforcado na ponte de Blackfriars, em Londres. O corpo era de Roberto Calvi, presidente do Banco Ambrosiano. Seu aparente suicídio expôs uma imensa trama de corrupção que incluía, além do Banco Ambrosiano, a loja maçônica Propaganda 2 (mais conhecida como P-2), dirigida por Licio Gelli e o próprio IOR de Marcinkus.
Ettore Gotti Tedeschi recebeu uma missão quase impossível e só permaneceu três anos a frente do IOR. Ele foi demitido de forma fulminante em 2012 por supostas “irregularidades” em sua gestão. Tedeschi saiu do banco poucas horas depois da detenção do mordomo do Papa, justamente no momento em que o Vaticano estava sendo investigado por suposta violação das normas contra a lavagem de dinheiro. Na verdade, a expulsão de Tedeschi constitui outro episódio da guerra entre facções no Vaticano. Quando assumiu seu posto, Tedeschi começou a elaborar um informe secreto onde registrou o que foi descobrindo: contas secretas onde se escondia dinheiro sujo de “políticos, intermediários, construtores e altos funcionários do Estado”. Até Matteo Messina Dernaro, o novo chefe da Cosa Nostra, tinha seu dinheiro depositado no IOR por meio de laranjas.
Aí começou o infortúnio de Tedeschi. Quem conhece bem o Vaticano diz que o banqueiro amigo do papa foi vítima de um complô armado por conselheiros do banco com o respaldo do secretário de Estado, Monsenhor Bertone, um inimigo pessoal de Tedeschi e responsável pela comissão de cardeais que fiscaliza o funcionamento do banco. Sua destituição veio acompanhada pela difusão de um “documento” que o vinculava ao vazamento de documentos roubados do papa.
 Mais do que querelas teológicas, são o dinheiro e as contas sujas do banco do Vaticano os elementos que parecem compor a trama da inédita renúncia do papa. Um ninho de corvos pedófilos, articuladores de complôs reacionários e ladrões sedentos de poder, imunes e capazes de tudo para defender sua facção. A hierarquia católica deixou uma imagem terrível de seu processo de decomposição moral. Nada muito diferente do mundo no qual vivemos: corrupção, capitalismo suicida, proteção de privilegiados, circuitos de poder que se autoalimentam, o Vaticano não é mais do que um reflexo pontual e decadente da própria decadência do sistema.
Por Eduardo Febbro, na Carta Maior
Tradução: Katarina Peixoto

EMBORA O ASSUNTO NÃO SEJA PARA RIR...






 OS PECADOS DA CÚRIA:


1. Luxúria: apego e valorização extrema aos prazeres carnais, à sensualidade e sexualidade; desrespeito aos costumes; lascívia.

2. Gula: comer somente por prazer, em quantidade superior àquela necessária para o corpo humano.

3. Avareza: apego ao dinheiro de forma exagerada, desejo de adquirir bens materiais e de acumular riquezas.

4. Ira: raiva contra alguém, vontade de vingança.

5. Soberba: manifestação de orgulho e arrogância.

6. Vaidade: preocupação excessiva com o aspecto físico para conquistar a admiração dos outros.

7. Preguiça: negligência ou falta de vontade para o trabalho ou atividades importantes.

CRISTO DISSE:-TÁ CERTO QUE UM E OUTRO,MAS,TODOS???



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