domingo, 27 de maio de 2012

terça-feira, 22 de maio de 2012

domingo, 6 de maio de 2012

DE TUDO UM POUCO!






"A BAHIA DE OUTRORA" E "CONTOS APIMENTADOS" JÁ ESTÃO NAS ESTANTES DA MAIS NOVA LIVRARIA DE SALVADOR,QUE FUNCIONA DENTRO DA FACULDADE 2 DE JULHO,NO GARCIA.
PASSE LÁ E CONHEÇA UM BELO E ACONCHEGANTE CANTINHO LITERÁRIO.





POLÍTICA
ELEIÇÕES NA FRANÇA

Convidado a apresentar suas primeiras medidas caso seja eleito o novo ocupante do Palácio do Eliseu, durante o debate televisivo realizado entre os candidatos à presidência da França, na quinta-feira, o líder do Partido Socialista (PS), François Hollande, repetiu 15 vezes a frase: "Eu, como presidente da República...". Hoje, a previsão tem tudo para se realizar. Depois de 17 anos ausentes, desde o fim do mandato do ex-presidente François Mitterrand, os socialistas devem enfim recuperar o comando da França, batendo o atual presidente, Nicolas Sarkozy.

AU REVOIR,SARKOZY




ENQUANTO ISSO,NUM CERTO PAÍS TROPICAL...

Há fortes indícios de que Cachoeira e sua quadrilha  com a conivência da grande imprensa,armaram contra o Ministro dos Transportes,Alfredo Nascimento,que foi demitido.
Escutas da Polícia Federal  descobriram mais essa marosca.
Aqui vale a pegunta: 
-Só foi esse?Armaram para quem mais,hein seu Cláudio Abreu , da Delta,amigo e parceiro do bicheiro que,todos sabemos agora,era a eminência parda da República,agindo nos nos bastidores graças aos seus bons contatos com políticos.
Aliás,políticos eleitos por vocês,não se esqueçam disto.
O voto,no Brasil ,deveria ter nome,endereço e CPF para que pudéssemos responsabilizar esses maus eleitores.
Fonte:Globo News:




MOSQUETEIROS DA ÉTICA




FRASES
"O ESTADO BRASILEIRO É IGUAL A UM BUTIQUIM;É POR ISSO QE SAI PORRADA,VOMITAM EM CIMA DA GENTE,E, DA PRIMEIRA Á DIREITA VEM AQUELE CHEIRO DE CONGRESSO.
JAGUAR

HORA DA POESIA






13 DE MAIO: DIA DA ABOLIÇÃO 

Hoje comemoramos a Abolição da Escravatura,mas,não sabemos bem se cabe aqui,comemoração.Primeiro,porque estamos comemorando a retirada de uma mancha social,que é motivo de vergonha para o mundo civilizado,e,por isso,deveria ser o Dia do Perdão,não de comemoração como comemoramos,casamentos,aniversários ou vitorias.
O Brasil foi o último pais a abolir a escravidão,assim mesmo porque tinha os ingleses nos seus cascos.
Neste dia o importante é a reflexão.
Pensarmos na situação dos povos negros de todo o mundo,nas guerras tribais que infelicitam a Àfrica,no subdesenvolvimento da população negr ,no Brasil,que,graças á falta de uma educação adequada,continua engordando os noticiários de crime e tráfico e superpopulando nossas cadeias,que,são em pleno século 21,uma réplica das piores senzalas do sec.XVIII. 

No final do sec.XV,quando,por causa das “Grandes Descobertas”,Europa,Àsia, Àfrica e América se encontraram,ainda não se notava a supremacia da Europa ante os outros continentes;Mas,como apontam os historiadores,exatamente causas de ordem material,e não qualquer superioridade intrínseca,como o fator racial,por exemplo, levaram a Europa ao patamar de “dono do mundo”,relegando a Àfrica ,por exemplo,ao mais torpe subdesenvolvimento. 

Vale a pena observar,que,quando Cabral e suas caravelas chegou ao Brasil,muitos povos africanos,como os jejes e iorubas,por exemplo e os avançados reinos mulçumanos já tinham um estágio cultural muito mais desenvolvido que a maioria dos europeus
.Entretanto,a arte da navegação,cuja superioridade dos europeus era incontestável  foi o fator decisivo para essa supremacia.
Mas,segundo os mesmos historiadores,a razão do grande fosso cultural que se estabeleceu entre esses continentes foi o intercambio desigual que havia entre a Europa e a Àfrica,aquela,com a revolução industrial e esta, manufatureira.
Os europeus vendiam armas de fogo,tecidos,bebidas,fumo etc. e recebiam em pagamento ouro,marfim e,principalmente escravos.
Usando o comercio de armas de fogo -prestem bem atenção nisto- os europeus estimulavam as guerras tribais que resultavam na captura de mais escravos, as quais necessitavam cada vez mais de armas,num círculo vicioso que despovoou o continente africano,aumentando seu subdesenvolvimento. 

Que a Historia se repete todos sabem; hoje, esse “pequeno detalhe” do tráfico de armas no continente africano foi substituído pelo tráfico internacional de drogas,envolvendo principalmente  a população negra que continua desassistida,  entregue à miséria e ao subdesenvolvimento,estimulando o surgimento de “gerentes”,”aviões” “fogueteiros”e “mulas”.
Isto não lhes parece familiar?  












domingo, 29 de abril de 2012

segunda-feira, 23 de abril de 2012

quinta-feira, 5 de abril de 2012

HORÓSCOPO DE ABRIL





O MÊS DE ABRIL E VOCÊ
Horóscopo politicamente incorreto

Os homens nascidos em Abril são atentos,   fortes e valentes, não temem a polícia,portanto alguns gostam de bater nas mulheres  com o intuito de pô-las no seu devido lugar,principalmente agora quando até ousam presidir o Brasil, vejam vocês que despautério!
Como sexo  frágil ,o homem tem que se defender, vocês não acham?!
As mulheres que nascem neste período  são,além de interessantes,combativas e enérgicas, modestas e compreensivas.
São mestras em plantar verde para colher maduro.
Procuram fazer um bom casamento e ficam em casa, no bem-bom, esperando que o marido pague as contas.Se o cidadão – marido reclama ,elas os mandam plantar batatas, sejam eles intelectuais, políticos ou advogados.
Quando eles se recusam a colaborar com o desenvolvimento da agricultura nacional, pensa você que elas partem para a briga?! Claro que não! Dizem a eles que  foi uma brincadeira de primeiro de abril e tudo fica como dantes no quartel de Abrantes.
Porque, ao serem assim tão  desprendidas,a única coisa que elas realmente desejam é mandar no marido.




VERSINHO DO MÊS
Aproveite o mês de Abril,
Para sentir-se orgulhoso
De morar nesse país,
Terra de samba e pandeiro,
Onde tudo acaba em pizza.
Com o real valorizado
Como você sempre quis,
Lembra do tempo do cruzeiro,
E, me diga,companheiro,
Não é legal ser brasileiro?
Lembra do tempo do cruzeiro?




LOBATO NASCEU EM ABRIL



Monteiro Lobato:
a recriação do livro no Brasil
José Bento Monteiro Lobato ainda não desfruta do devido reconhecimento quanto ao seu papel ativo no trabalho de modernização da sociedade brasileira nos setores artístico, político e cultural. A nossa crítica literária, bem como a nossa historiografia, e, especificamente, os nossos livros didáticos estão em débito com o criador do Jeca Tatu e da boneca-gente Emília.[1] [1]
Não raro, os livros que se referem ao escritor fazem senão acentuar um ou outro aspecto da sua agitadíssima vida pública ou privilegiar uma obra ou fase da sua vasta produção literário-intelectual. O episódio Monteiro Lobato/Anita Malfati, por exemplo, é um dos aspectos mais visitados. E serve geralmente para lembrar de Lobato como o inimigo irredutível dos modernistas.
Talvez esteja nesse acontecimento o ponto de partida de todo o processo de desconsideração da modernidade de Monteiro Lobato[2] [2] ; desconsideração esta que ainda encontra acolhida nas universidades e nas escolas do ensino médio.
Apenas agora o estigma que recai sobre Monteiro Lobato estai sendo repensado, e cedendo espaço para outros olhares.[3] [3] Na esteira dessas novas leituras, gostaríamos de enfeixar uma outra, cuja especificidade está no esforço de entender a modernidade singular de Lobato.
Entendimento que passa, primeiramente, pelo redimensionamento do próprio conceito de modernidade, operado, sobretudo, pelos críticos de Monteiro Lobato. Esse redimensionamento procura principalmente alargar a abrangência do conceito, que sai do campo meramente discursivo e se revitaliza no da prática social, política e cultural.
Senão, vejamos. Se entendermos, como os modernistas históricos, que a obra isolada diz da sua modernidade, então, nesse sentido, o trabalho de Monteiro Lobato torna-se limitado. Agora, se ampliarmos o conceito e entendermos que a modernidade é um fenômeno que pode ser avaliado dentro de um sistema ou de um todo orgânico de práticas e discursos, no qual obra, autor e público estão inter-relacionados, então, o nosso autor aparecerá tão moderno quanto os modernistas de 22.
A modernidade de Monteiro Lobato reside justamente no fato de ele ter conseguido combinar esses componentes ao longo de sua carreira. É o que podemos reparar no engajamento do escritor nos diversos fronts em que lutou e se engajou.
No front do mercado editorial, que é o tema que nos interessa, Monteiro Lobato promoveu uma verdadeira reviravolta, a partir da introdução de práticos e funcionais métodos e processos de publicação e distribuição de livros. Sem falar da inovadora política editorial que imprimiu ao mercado livresco.
Antes de Lobato-editor, reinava, no Brasil, soberanamente, uma certa visão romântica oitocentista do livro, que o colocava na condição de objeto sagrado, cujo acesso estava reservado à elite. Sem dizer que a literatura ou, em outros termos, a arte de bem escrever era tida como uma prática acadêmica e oficial, exclusiva dos homens de ciência.
Contribuía para reforçar essa visão, claro, a pequena capacidade da produção e distribuição de livros da época, que contava apenas com meia-dúzia de livrarias e poucos pontos de venda no Brasil.
Editoras inexistiam. Muitos dos nossos melhores escritores foram, no começo do século 20, editados e publicados por editoras portuguesas ou francesas. São os casos de Machado de Assis, Lima Barreto, Graça Aranha, Alberto Rangel, Coelho Netto, Euclides da Cunha, apenas para ficar nos mais conhecidos.[4] [4]
Seguir a narrativa dessa aventura editorial – e era assim que Lobato gostava de se referir aos seus empreendimentos – é historicamente importante porque fornece uma visão, não só das condições sobre as quais funcionava o mercado de livros antes da aventura editorial lobatiana, bem como das transformações experimentadas pelo setor, quando da entrada do escritor.
Segundo o testemunho de Edgar Cavalheiro, o principal biógrafo do escritor, o primeiro passo para entrada de Monteiro Lobato no mundo editorial ocorre em 1917. Nesse ano, Lobato, fazendeiro falido e desanimado, finalmente, consegue vender a Fazenda da Buquira, herança do seu avô, o Visconde do Tremembé. Com o dinheiro angariado resolve, no mesmo ano, transferir-se, com a família, para São Paulo. Em 1918, ao ser convidado para dirigir da Revista do Brasil, para qual vinha colaborando, assiduamente, desde 1916, decide comprá-la.
A Revista do Brasil aparece, assim, como a primeira experiência séria de Lobato como empresário do livro e da cultura. Na verdade, ela serviu como uma espécie de laboratório para Monteiro Lobato, onde ele pôde, com sucesso, realizar algumas experiências no mercado editorial brasileiro com livros de sua autoria.
Ele aproveita o embalo do sucesso editorial do livro O Inquérito sobre o Saci, publicado também em 1917 pela Revista do Brasil, e decide soltar livros que reunissem todo o material literário, sobretudo, contos, que ele produzira até então.
O primeiro, de uma série de livros, é Urupês, que cai no gosto público como doce no formigueiro, e acaba, por isso, transformando-se num verdadeiro best-seller nacional. Urupês, ou melhor, todo o processo de publicação que ele encerra, denuncia, sem dúvida, o espírito inovador e moderno que Monteiro Lobato imprimiu ao mercado editorial nacional da época. É preciso seguí-lo passo a passo, para sentirmos o realismo da modernidade lobatiana nesse campo.
Deixemos aos cuidados de Edgar Cavalheiro a condução desse nosso passeio narrativo pela aventura do Lobato editor. Após descrever a “pasmaceira” em que estava mergulhado o mercado editorial brasileiro, Edgar Cavalheiro narra como Monteiro Lobato recria, com originalidade, todo o ambiente, dando-lhe uma nova dimensão. Diz ele:
É quando surge Monteiro Lobato. Tendo impresso por sua conta, nas oficinas d’ O Estado de São Paulo, mil exemplares de Urupês, verificara, ao ter os volumes prontos para venda, que em todo o território nacional existiam sòmente trinta e poucas casas capazes de receber o livro. Não era possível, por tão poucos canais, o escoamento daquilo que se lhe afigurava um despropósito de volumes. Dirige-se, então, ao Departamento dos Correios, solicita uma agenda e constata a existência de mil e tantas agências postais espalhadas pelo Brasil. Escreve delicada carta-circular a cada agente, pedindo a indicação de firmas ou casas que pudessem receber certa mercadoria chamada ‘livro’. Com surprêsa recebe respostas de quase tôdas as localidades. De posse de nomes e endereços assim obtidos, procura entrar em contacto com os possíveis clientes, escrevendo-lhes longa circular, portadora de original proposta: ‘Vossa Senhoria tem o seu negócio montado, e quanto mais coisas vender, maior será o lucro. Quer vender também uma coisa chamada livro? V. Sª não precisa inteirar-se do que essa coisa é. Trata-se de um artigo comercial como qualquer outro, batata, querosene ou bacalhau. E como V. Sª receberá êsse artigo em consignação, não perderá coisa alguma no que propomos. Se vender os tais ‘livros’, terá uma comissão de 30%; se não vendê-los, no-los devolverá pelo Correio, com porte por nossa conta. Responda se topa ou não topa’.[5] [5]
Segundo Edgar Cavalheiro, o expediente lobatiano funciona perfeitamente, pois:
Quase todos toparam, e Lobato passou dos trinta e poucos vendedores anteriores, que eram as livrarias, para mil e tantos postos de vendas, entre os quais havia lojas de ferragens, farmácias, bazares, bancas de jornal, papelarias. O comércio de livros, que modorravam numa rotina galega, ganha impulso insuspeitado. As edições, que antes não ultrapassavam 400 ou 500 exemplares, e assim mesmo muito espacejadas, pulam imediatamente para três mil exemplares, e começam a surgir quatro, cinco, seis e até mais livros por mês.[6] [6]
Os lances de originalidade e criatividade de Monteiro Lobato no campo editorial podem ser observados durante os quase sete anos que esteve à frente, juntamente com Octales Marcondes Ferreira, primeiro, da editora Monteiro Lobato & Cia (1920-1925) e, depois, da Companhia Editora Nacional, onde permanece até 1927. A inovação, nesse caso, fica por conta, primeiro, do critério editorial usado por ele para a seleção dos escritores e livros publicados nas suas editoras e, segundo, pela exploração das técnicas de marketing e propaganda para seduzir o leitor e ampliar a rede de fornecimento e venda de livros.
No primeiro caso, o método era simples e ousado, ao mesmo tempo. Conta Edgar Cavalheiro que Monteiro Lobato recusava-se a imprimir os “medalhões”, os consagrados, argumentando que o leitor médio estava ansioso por escritores e livros de linguagem simples, direta e popular. Existe inclusive uma anedota do próprio Lobato para ilustrar o fato:
Há, por exemplo, narra Edgar Cavalheiro, o caso daquele prêto que entra na saleta da editôra sobraçando um maço de originais:
- Sou Fulano de Tal, escrevi êste livro, e desejava saber se êle merece ser editado.
Lobato responde ex-abrupto:
 - Perfeitamente. Edito o seu livro.
O prêto, confuso, soube apenas demonstrar o seu espanto:
 - Mas se o senhor ainda não leu o livro?
 - Não tem importância. Se êle não prestar, eu conserto. O que preciso é de um prêto na galeria dos meus editados. De você só quero uma coisa: o retrato bem prêto, sem chapéu, mostrando a garofinha.’[7] [7]
Graças a essa política editorial aberta, Lobato-editor consegue garantir a entrada no mercado de um sem número de escritores, senão completamente desconhecidos, pelo menos pouco divulgados em nível nacional.
Durante o período que Lobato esteve no comando literário das editoras Monteiro Lobato & Cia e Companhia Editora Nacional pelo menos 50 novos escritores foram apresentados ao público.
Muitos deles se tornaram mais tarde os principais propagandistas do modernismo brasileiro. A lista é extensa e variada. Foram editados nomes como: Godofredo Rangel, Paulo Setúbal, Menotti Del Picchia, Guilherme de Almeida, Cornélio Pires, Afrânio Peixoto, Coelho Neto, Oliveira Viana, Pedro Calmon, Gastão Cruls, Rodolfo Teófilo, Papi Júnior, Oswald de Andrade, Tales de Andrade, Eduardo Carlos Pereira, Oswaldo Orico, Cesídio Ambrogi, Carlos Dias Fernandes, Djalma Andrade, Alberto Seabra, Otto Prazeres, Lucílio Varejão, Sud Menucci, entre outros.
No campo mercadológico/publicitário, Monteiro Lobato também inova ao introduzir e manipular um conjunto de técnicas e métodos de sondagem, pesquisas, classificação de mercados e de truques publicitários de sedução do leitor completamente inéditos naquele momento.
Uma dessas técnicas, comentada a pouco, era a de correr atrás do leitor, procurando saber onde mora, levando até ele o livro, para que tivesse apenas o trabalho de ler. Para tanto, a pesquisa de localização e identificação do leitor era imprescindível. E Lobato lançou mão de todos esses expedientes. Foi assim que ele conseguiu, por exemplo, fazer com que o número de assinantes da Revista do Brasil saltasse de 12, em junho de 1918 para 150, em agosto do mesmo ano. A técnica do anúncio também foi muito explorada por Lobato. Servia, sobretudo, para divulgar as chamadas edições da Revista do Brasil. Já na edição de junho de 1918, trazia na capa um pomposo anúncio dos livros Urupês e Saci Pererê.
No projeto gráfico também podemos notar a originalidade de Monteiro Lobato-editor. A inovação do padrão gráfico se verifica através de uma programação visual sofisticada e tipografia elegante, atentando, ao mesmo tempo, para a revisão rigorosa da composição e provas finais.[8] [8] Mas não só:
Objetivando cativar e conquistar um número cada vez mais amplo de leitores, contrata artistas para substituir as monótonas capas tipográficas pelas capas desenhadas, tornando o seu produto mais atraente aos olhos do consumidor.[9] [9]
Temos aí, portanto, alguns exemplos, entre outros, da postura modernista de Monteiro Lobato, no campo editorial. Uma postura que se queria diferente da prática reinante na época, que recriasse o mercado do livro em outros termos que não romântico e aristocrático, mas democrático e dinâmico.
Texto extraído da Internet














sexta-feira, 2 de março de 2012

O MÊS DE MARÇO: MÊS DA MULHER!



"Que neste dia você conquiste não apenas os homens,mas, o lugar que lhe pertence na sociedade dos homens.
Parabéns ,MULHER! 
O motor que move o mundo!"











O terceiro mês do ano é dedicado a Marte, deus da guerra.
Aqui em Salvador, diz-se que é um mês molhado,por causa das muitas chuvas que traz consigo,o que irrita por demais os baianos,não só porque,  sendo Salvador uma cidade de verão,as ruas ficam alagadas,mas,também ,por impossibilitar  a ida ás praias,invariável ocupação dos soteropolitanos (não sei porque nos xingaram com esse nome horrível!)seja qual for o mês do ano.
Os homens nascidos  no último decanato deste mês são do signo de Touro,embora muitos não gostem de chifres;sendo também o mês de S. José,pai putativo de Jesus,os taurinos ficam ainda mais cabreiros e de orelha em pé.Talvez seja esta a causa de serem tão irascíveis e gostarem tanto de dizer palavrões cabeludos,principalmente quando dão uma topada ou perdem no bicho.
Pouco afeitos ao casamento, costumam cometer muitas besteiras quando solteiros, entretanto,depois de casados,continuam,que ninguém é de ferro.Nem todas as mulheres nascidas em Março são marcianas,só as sogras e as muito feias que se pareçam com um ET;se nasceram em Varginha.olho nelas...
Desde o tempo dos romanos que o mês de Março é mal visto, pois Júlio César foi assassinado nos idos de março,quando foi fazer uma visita ao Senado.Nossos senadores,felizmente,não correm esse risco,apesar das roubalheiras e negociatas que assolam nossa Casa Maior,não só porque o povo é frouxo,mas,também,porque nunca cometeram crimes de lesa-pátria,como acabar com o futebol e o Carnaval.
O motivo do mau humor que ataca as pessoas neste mês,talvez deva-se ao fato de ainda estarem pagando as dívidas do Natal,que aliás,emendaram com as do Carnaval e já estão envolvidos com material escolar,IPVA,IPTU e ameaçados  pela mordida do Leão,que só é mansinho nos comerciais de TV.
Enfrentando engarrafamento, condução lotada, estradas esburacadas,ruas alagadas,escolas precárias,sistema de saúde que envergonharia a Nigéria,o cidadão fica pensando para onde vai o dinheiro dos impostos.E vocês ainda querem que,neste mês,as pessoas,taurinas ou não,se sintam felizes?






                             HORA DA POESIA!

AVIÕES
CARREGAM SONHOS
E,CAVALGAM NUVENS!...
                                                                                    miriam sales


                  QUE LUXO!

AS ROUPAS CHICS  NO DECORRER DOS TEMPOS


3150-343 aC


No Egito dos faraós
As roupas eram de linho  leve,bordadas de contas de vidro num desenho geométrico.

1100- 146 a.C

A Grècia de Péricles e antes da Merkel
O drapeado era o ponto de beleza das roupas de lã e linho; tinham detalhes em ouro.


1100- 146 a.C

A Roma dos Césares
Túnicas,estolas togas em seda ,linho e lã ,ostensivamente caras faziam a delícia das patrícias.


Idade Média

Sec. 5 /14
Devido aos pudores religiosos as roupas eram feias, sóbrias,pesadas, feitas em veludo,linho ou lã.Apareciam poucos decotes e raros bordados.

Renascimento

Sec. 15/17
Surgem os tecidos belíssimos e sofisticados como a musselina e a renda que faziam uma bela combinação com o veludo e a seda.As mulheres descobriram o espartilho.

Era Vitoriana

Sec.19
Começa a Era Industrial e a decadência da monarquia; os exageros diminuíram e o algodão foi introduzido na moda.

Sec.20

Tempos Modernos
Os tecidos sintéticos,a criação dos ateliers de alta costura,os grandes estilistas levaram a moda ao status de arte.
Nomes como Chanel, Dior, Jacques Faith, Mme. Schiaparelli, criaram um novo jeito de vestir.



DE ONDE VEM ESSA EXPRESSÃO:
               GROGUE



Quando se diz:- fulaninho está grogue a gente pensa logo em bebida; mas,o cara ,também, pode ter levado um soco.
E ,essa palavra lembra um golpe baixo desferido pelo almirante Edward Vernon,em todos os integrantes da Marinha Real Britânica, como narra a Revista “História”.
Preocupado com o alcoolismo dentro dos navios ingleses, que destruía seus melhores soldados, Vernon mandou diluir a ração diária de bebida de 1 litro de rum em 200ml de água.
Nenhum comandante antes dele teve coragem de mexer neste vespeiro.
Como ele chamava o alcoolismo de   “o dragão da bebedeira”, pisou fundo e sem medo  nessa ordem que indignou os bebuns britânicos  que só não deram o berro :-ÁGUUUA”,porque ,naquele tempo Jorge Amado estava no calcanhar da bisavó.
Mas, os marinheiros planejaram a vingança.
O comandante gostava de vestir um casaco grosso
 de gorgorão e, por isso, a marujada o chamava de “Old Grog “( gorgorão em inglês era grosgrain).
O nome da bebida batizada virou grog,numa “homenagem” ao velho.
No Brasil ,a palavra aportuguesada para grogue ,existe desde o século 19.


                    HUMOR NO AVESSO!






             RECEITA DE FELICIDADE

NO MÊS DE MARÇO
CAPRICHE NOS AMASSOS...