domingo, 29 de abril de 2012

segunda-feira, 23 de abril de 2012

quinta-feira, 5 de abril de 2012

HORÓSCOPO DE ABRIL





O MÊS DE ABRIL E VOCÊ
Horóscopo politicamente incorreto

Os homens nascidos em Abril são atentos,   fortes e valentes, não temem a polícia,portanto alguns gostam de bater nas mulheres  com o intuito de pô-las no seu devido lugar,principalmente agora quando até ousam presidir o Brasil, vejam vocês que despautério!
Como sexo  frágil ,o homem tem que se defender, vocês não acham?!
As mulheres que nascem neste período  são,além de interessantes,combativas e enérgicas, modestas e compreensivas.
São mestras em plantar verde para colher maduro.
Procuram fazer um bom casamento e ficam em casa, no bem-bom, esperando que o marido pague as contas.Se o cidadão – marido reclama ,elas os mandam plantar batatas, sejam eles intelectuais, políticos ou advogados.
Quando eles se recusam a colaborar com o desenvolvimento da agricultura nacional, pensa você que elas partem para a briga?! Claro que não! Dizem a eles que  foi uma brincadeira de primeiro de abril e tudo fica como dantes no quartel de Abrantes.
Porque, ao serem assim tão  desprendidas,a única coisa que elas realmente desejam é mandar no marido.




VERSINHO DO MÊS
Aproveite o mês de Abril,
Para sentir-se orgulhoso
De morar nesse país,
Terra de samba e pandeiro,
Onde tudo acaba em pizza.
Com o real valorizado
Como você sempre quis,
Lembra do tempo do cruzeiro,
E, me diga,companheiro,
Não é legal ser brasileiro?
Lembra do tempo do cruzeiro?




LOBATO NASCEU EM ABRIL



Monteiro Lobato:
a recriação do livro no Brasil
José Bento Monteiro Lobato ainda não desfruta do devido reconhecimento quanto ao seu papel ativo no trabalho de modernização da sociedade brasileira nos setores artístico, político e cultural. A nossa crítica literária, bem como a nossa historiografia, e, especificamente, os nossos livros didáticos estão em débito com o criador do Jeca Tatu e da boneca-gente Emília.[1] [1]
Não raro, os livros que se referem ao escritor fazem senão acentuar um ou outro aspecto da sua agitadíssima vida pública ou privilegiar uma obra ou fase da sua vasta produção literário-intelectual. O episódio Monteiro Lobato/Anita Malfati, por exemplo, é um dos aspectos mais visitados. E serve geralmente para lembrar de Lobato como o inimigo irredutível dos modernistas.
Talvez esteja nesse acontecimento o ponto de partida de todo o processo de desconsideração da modernidade de Monteiro Lobato[2] [2] ; desconsideração esta que ainda encontra acolhida nas universidades e nas escolas do ensino médio.
Apenas agora o estigma que recai sobre Monteiro Lobato estai sendo repensado, e cedendo espaço para outros olhares.[3] [3] Na esteira dessas novas leituras, gostaríamos de enfeixar uma outra, cuja especificidade está no esforço de entender a modernidade singular de Lobato.
Entendimento que passa, primeiramente, pelo redimensionamento do próprio conceito de modernidade, operado, sobretudo, pelos críticos de Monteiro Lobato. Esse redimensionamento procura principalmente alargar a abrangência do conceito, que sai do campo meramente discursivo e se revitaliza no da prática social, política e cultural.
Senão, vejamos. Se entendermos, como os modernistas históricos, que a obra isolada diz da sua modernidade, então, nesse sentido, o trabalho de Monteiro Lobato torna-se limitado. Agora, se ampliarmos o conceito e entendermos que a modernidade é um fenômeno que pode ser avaliado dentro de um sistema ou de um todo orgânico de práticas e discursos, no qual obra, autor e público estão inter-relacionados, então, o nosso autor aparecerá tão moderno quanto os modernistas de 22.
A modernidade de Monteiro Lobato reside justamente no fato de ele ter conseguido combinar esses componentes ao longo de sua carreira. É o que podemos reparar no engajamento do escritor nos diversos fronts em que lutou e se engajou.
No front do mercado editorial, que é o tema que nos interessa, Monteiro Lobato promoveu uma verdadeira reviravolta, a partir da introdução de práticos e funcionais métodos e processos de publicação e distribuição de livros. Sem falar da inovadora política editorial que imprimiu ao mercado livresco.
Antes de Lobato-editor, reinava, no Brasil, soberanamente, uma certa visão romântica oitocentista do livro, que o colocava na condição de objeto sagrado, cujo acesso estava reservado à elite. Sem dizer que a literatura ou, em outros termos, a arte de bem escrever era tida como uma prática acadêmica e oficial, exclusiva dos homens de ciência.
Contribuía para reforçar essa visão, claro, a pequena capacidade da produção e distribuição de livros da época, que contava apenas com meia-dúzia de livrarias e poucos pontos de venda no Brasil.
Editoras inexistiam. Muitos dos nossos melhores escritores foram, no começo do século 20, editados e publicados por editoras portuguesas ou francesas. São os casos de Machado de Assis, Lima Barreto, Graça Aranha, Alberto Rangel, Coelho Netto, Euclides da Cunha, apenas para ficar nos mais conhecidos.[4] [4]
Seguir a narrativa dessa aventura editorial – e era assim que Lobato gostava de se referir aos seus empreendimentos – é historicamente importante porque fornece uma visão, não só das condições sobre as quais funcionava o mercado de livros antes da aventura editorial lobatiana, bem como das transformações experimentadas pelo setor, quando da entrada do escritor.
Segundo o testemunho de Edgar Cavalheiro, o principal biógrafo do escritor, o primeiro passo para entrada de Monteiro Lobato no mundo editorial ocorre em 1917. Nesse ano, Lobato, fazendeiro falido e desanimado, finalmente, consegue vender a Fazenda da Buquira, herança do seu avô, o Visconde do Tremembé. Com o dinheiro angariado resolve, no mesmo ano, transferir-se, com a família, para São Paulo. Em 1918, ao ser convidado para dirigir da Revista do Brasil, para qual vinha colaborando, assiduamente, desde 1916, decide comprá-la.
A Revista do Brasil aparece, assim, como a primeira experiência séria de Lobato como empresário do livro e da cultura. Na verdade, ela serviu como uma espécie de laboratório para Monteiro Lobato, onde ele pôde, com sucesso, realizar algumas experiências no mercado editorial brasileiro com livros de sua autoria.
Ele aproveita o embalo do sucesso editorial do livro O Inquérito sobre o Saci, publicado também em 1917 pela Revista do Brasil, e decide soltar livros que reunissem todo o material literário, sobretudo, contos, que ele produzira até então.
O primeiro, de uma série de livros, é Urupês, que cai no gosto público como doce no formigueiro, e acaba, por isso, transformando-se num verdadeiro best-seller nacional. Urupês, ou melhor, todo o processo de publicação que ele encerra, denuncia, sem dúvida, o espírito inovador e moderno que Monteiro Lobato imprimiu ao mercado editorial nacional da época. É preciso seguí-lo passo a passo, para sentirmos o realismo da modernidade lobatiana nesse campo.
Deixemos aos cuidados de Edgar Cavalheiro a condução desse nosso passeio narrativo pela aventura do Lobato editor. Após descrever a “pasmaceira” em que estava mergulhado o mercado editorial brasileiro, Edgar Cavalheiro narra como Monteiro Lobato recria, com originalidade, todo o ambiente, dando-lhe uma nova dimensão. Diz ele:
É quando surge Monteiro Lobato. Tendo impresso por sua conta, nas oficinas d’ O Estado de São Paulo, mil exemplares de Urupês, verificara, ao ter os volumes prontos para venda, que em todo o território nacional existiam sòmente trinta e poucas casas capazes de receber o livro. Não era possível, por tão poucos canais, o escoamento daquilo que se lhe afigurava um despropósito de volumes. Dirige-se, então, ao Departamento dos Correios, solicita uma agenda e constata a existência de mil e tantas agências postais espalhadas pelo Brasil. Escreve delicada carta-circular a cada agente, pedindo a indicação de firmas ou casas que pudessem receber certa mercadoria chamada ‘livro’. Com surprêsa recebe respostas de quase tôdas as localidades. De posse de nomes e endereços assim obtidos, procura entrar em contacto com os possíveis clientes, escrevendo-lhes longa circular, portadora de original proposta: ‘Vossa Senhoria tem o seu negócio montado, e quanto mais coisas vender, maior será o lucro. Quer vender também uma coisa chamada livro? V. Sª não precisa inteirar-se do que essa coisa é. Trata-se de um artigo comercial como qualquer outro, batata, querosene ou bacalhau. E como V. Sª receberá êsse artigo em consignação, não perderá coisa alguma no que propomos. Se vender os tais ‘livros’, terá uma comissão de 30%; se não vendê-los, no-los devolverá pelo Correio, com porte por nossa conta. Responda se topa ou não topa’.[5] [5]
Segundo Edgar Cavalheiro, o expediente lobatiano funciona perfeitamente, pois:
Quase todos toparam, e Lobato passou dos trinta e poucos vendedores anteriores, que eram as livrarias, para mil e tantos postos de vendas, entre os quais havia lojas de ferragens, farmácias, bazares, bancas de jornal, papelarias. O comércio de livros, que modorravam numa rotina galega, ganha impulso insuspeitado. As edições, que antes não ultrapassavam 400 ou 500 exemplares, e assim mesmo muito espacejadas, pulam imediatamente para três mil exemplares, e começam a surgir quatro, cinco, seis e até mais livros por mês.[6] [6]
Os lances de originalidade e criatividade de Monteiro Lobato no campo editorial podem ser observados durante os quase sete anos que esteve à frente, juntamente com Octales Marcondes Ferreira, primeiro, da editora Monteiro Lobato & Cia (1920-1925) e, depois, da Companhia Editora Nacional, onde permanece até 1927. A inovação, nesse caso, fica por conta, primeiro, do critério editorial usado por ele para a seleção dos escritores e livros publicados nas suas editoras e, segundo, pela exploração das técnicas de marketing e propaganda para seduzir o leitor e ampliar a rede de fornecimento e venda de livros.
No primeiro caso, o método era simples e ousado, ao mesmo tempo. Conta Edgar Cavalheiro que Monteiro Lobato recusava-se a imprimir os “medalhões”, os consagrados, argumentando que o leitor médio estava ansioso por escritores e livros de linguagem simples, direta e popular. Existe inclusive uma anedota do próprio Lobato para ilustrar o fato:
Há, por exemplo, narra Edgar Cavalheiro, o caso daquele prêto que entra na saleta da editôra sobraçando um maço de originais:
- Sou Fulano de Tal, escrevi êste livro, e desejava saber se êle merece ser editado.
Lobato responde ex-abrupto:
 - Perfeitamente. Edito o seu livro.
O prêto, confuso, soube apenas demonstrar o seu espanto:
 - Mas se o senhor ainda não leu o livro?
 - Não tem importância. Se êle não prestar, eu conserto. O que preciso é de um prêto na galeria dos meus editados. De você só quero uma coisa: o retrato bem prêto, sem chapéu, mostrando a garofinha.’[7] [7]
Graças a essa política editorial aberta, Lobato-editor consegue garantir a entrada no mercado de um sem número de escritores, senão completamente desconhecidos, pelo menos pouco divulgados em nível nacional.
Durante o período que Lobato esteve no comando literário das editoras Monteiro Lobato & Cia e Companhia Editora Nacional pelo menos 50 novos escritores foram apresentados ao público.
Muitos deles se tornaram mais tarde os principais propagandistas do modernismo brasileiro. A lista é extensa e variada. Foram editados nomes como: Godofredo Rangel, Paulo Setúbal, Menotti Del Picchia, Guilherme de Almeida, Cornélio Pires, Afrânio Peixoto, Coelho Neto, Oliveira Viana, Pedro Calmon, Gastão Cruls, Rodolfo Teófilo, Papi Júnior, Oswald de Andrade, Tales de Andrade, Eduardo Carlos Pereira, Oswaldo Orico, Cesídio Ambrogi, Carlos Dias Fernandes, Djalma Andrade, Alberto Seabra, Otto Prazeres, Lucílio Varejão, Sud Menucci, entre outros.
No campo mercadológico/publicitário, Monteiro Lobato também inova ao introduzir e manipular um conjunto de técnicas e métodos de sondagem, pesquisas, classificação de mercados e de truques publicitários de sedução do leitor completamente inéditos naquele momento.
Uma dessas técnicas, comentada a pouco, era a de correr atrás do leitor, procurando saber onde mora, levando até ele o livro, para que tivesse apenas o trabalho de ler. Para tanto, a pesquisa de localização e identificação do leitor era imprescindível. E Lobato lançou mão de todos esses expedientes. Foi assim que ele conseguiu, por exemplo, fazer com que o número de assinantes da Revista do Brasil saltasse de 12, em junho de 1918 para 150, em agosto do mesmo ano. A técnica do anúncio também foi muito explorada por Lobato. Servia, sobretudo, para divulgar as chamadas edições da Revista do Brasil. Já na edição de junho de 1918, trazia na capa um pomposo anúncio dos livros Urupês e Saci Pererê.
No projeto gráfico também podemos notar a originalidade de Monteiro Lobato-editor. A inovação do padrão gráfico se verifica através de uma programação visual sofisticada e tipografia elegante, atentando, ao mesmo tempo, para a revisão rigorosa da composição e provas finais.[8] [8] Mas não só:
Objetivando cativar e conquistar um número cada vez mais amplo de leitores, contrata artistas para substituir as monótonas capas tipográficas pelas capas desenhadas, tornando o seu produto mais atraente aos olhos do consumidor.[9] [9]
Temos aí, portanto, alguns exemplos, entre outros, da postura modernista de Monteiro Lobato, no campo editorial. Uma postura que se queria diferente da prática reinante na época, que recriasse o mercado do livro em outros termos que não romântico e aristocrático, mas democrático e dinâmico.
Texto extraído da Internet














sexta-feira, 2 de março de 2012

O MÊS DE MARÇO: MÊS DA MULHER!



"Que neste dia você conquiste não apenas os homens,mas, o lugar que lhe pertence na sociedade dos homens.
Parabéns ,MULHER! 
O motor que move o mundo!"











O terceiro mês do ano é dedicado a Marte, deus da guerra.
Aqui em Salvador, diz-se que é um mês molhado,por causa das muitas chuvas que traz consigo,o que irrita por demais os baianos,não só porque,  sendo Salvador uma cidade de verão,as ruas ficam alagadas,mas,também ,por impossibilitar  a ida ás praias,invariável ocupação dos soteropolitanos (não sei porque nos xingaram com esse nome horrível!)seja qual for o mês do ano.
Os homens nascidos  no último decanato deste mês são do signo de Touro,embora muitos não gostem de chifres;sendo também o mês de S. José,pai putativo de Jesus,os taurinos ficam ainda mais cabreiros e de orelha em pé.Talvez seja esta a causa de serem tão irascíveis e gostarem tanto de dizer palavrões cabeludos,principalmente quando dão uma topada ou perdem no bicho.
Pouco afeitos ao casamento, costumam cometer muitas besteiras quando solteiros, entretanto,depois de casados,continuam,que ninguém é de ferro.Nem todas as mulheres nascidas em Março são marcianas,só as sogras e as muito feias que se pareçam com um ET;se nasceram em Varginha.olho nelas...
Desde o tempo dos romanos que o mês de Março é mal visto, pois Júlio César foi assassinado nos idos de março,quando foi fazer uma visita ao Senado.Nossos senadores,felizmente,não correm esse risco,apesar das roubalheiras e negociatas que assolam nossa Casa Maior,não só porque o povo é frouxo,mas,também,porque nunca cometeram crimes de lesa-pátria,como acabar com o futebol e o Carnaval.
O motivo do mau humor que ataca as pessoas neste mês,talvez deva-se ao fato de ainda estarem pagando as dívidas do Natal,que aliás,emendaram com as do Carnaval e já estão envolvidos com material escolar,IPVA,IPTU e ameaçados  pela mordida do Leão,que só é mansinho nos comerciais de TV.
Enfrentando engarrafamento, condução lotada, estradas esburacadas,ruas alagadas,escolas precárias,sistema de saúde que envergonharia a Nigéria,o cidadão fica pensando para onde vai o dinheiro dos impostos.E vocês ainda querem que,neste mês,as pessoas,taurinas ou não,se sintam felizes?






                             HORA DA POESIA!

AVIÕES
CARREGAM SONHOS
E,CAVALGAM NUVENS!...
                                                                                    miriam sales


                  QUE LUXO!

AS ROUPAS CHICS  NO DECORRER DOS TEMPOS


3150-343 aC


No Egito dos faraós
As roupas eram de linho  leve,bordadas de contas de vidro num desenho geométrico.

1100- 146 a.C

A Grècia de Péricles e antes da Merkel
O drapeado era o ponto de beleza das roupas de lã e linho; tinham detalhes em ouro.


1100- 146 a.C

A Roma dos Césares
Túnicas,estolas togas em seda ,linho e lã ,ostensivamente caras faziam a delícia das patrícias.


Idade Média

Sec. 5 /14
Devido aos pudores religiosos as roupas eram feias, sóbrias,pesadas, feitas em veludo,linho ou lã.Apareciam poucos decotes e raros bordados.

Renascimento

Sec. 15/17
Surgem os tecidos belíssimos e sofisticados como a musselina e a renda que faziam uma bela combinação com o veludo e a seda.As mulheres descobriram o espartilho.

Era Vitoriana

Sec.19
Começa a Era Industrial e a decadência da monarquia; os exageros diminuíram e o algodão foi introduzido na moda.

Sec.20

Tempos Modernos
Os tecidos sintéticos,a criação dos ateliers de alta costura,os grandes estilistas levaram a moda ao status de arte.
Nomes como Chanel, Dior, Jacques Faith, Mme. Schiaparelli, criaram um novo jeito de vestir.



DE ONDE VEM ESSA EXPRESSÃO:
               GROGUE



Quando se diz:- fulaninho está grogue a gente pensa logo em bebida; mas,o cara ,também, pode ter levado um soco.
E ,essa palavra lembra um golpe baixo desferido pelo almirante Edward Vernon,em todos os integrantes da Marinha Real Britânica, como narra a Revista “História”.
Preocupado com o alcoolismo dentro dos navios ingleses, que destruía seus melhores soldados, Vernon mandou diluir a ração diária de bebida de 1 litro de rum em 200ml de água.
Nenhum comandante antes dele teve coragem de mexer neste vespeiro.
Como ele chamava o alcoolismo de   “o dragão da bebedeira”, pisou fundo e sem medo  nessa ordem que indignou os bebuns britânicos  que só não deram o berro :-ÁGUUUA”,porque ,naquele tempo Jorge Amado estava no calcanhar da bisavó.
Mas, os marinheiros planejaram a vingança.
O comandante gostava de vestir um casaco grosso
 de gorgorão e, por isso, a marujada o chamava de “Old Grog “( gorgorão em inglês era grosgrain).
O nome da bebida batizada virou grog,numa “homenagem” ao velho.
No Brasil ,a palavra aportuguesada para grogue ,existe desde o século 19.


                    HUMOR NO AVESSO!






             RECEITA DE FELICIDADE

NO MÊS DE MARÇO
CAPRICHE NOS AMASSOS...




sábado, 18 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

MORRER 'TÁ COMPLICADO!

 MORRER TÁ COMPLICADO!
Antigamente, quando o mar não estava pra peixe e a inflação mais alta que o Himalaia, os mais velhos diziam: -“A vida está pela hora da morte”.
Na França, anos atrás, o prefeito de uma cidadezinha de província, proibiu todo mundo de morrer porque não tinha mais espaço nos cemitérios e os vizinhos, pelo mesmo motivo,  se negavam a hospedar os defuntos imigrantes.
Pois não é que chegou a vez de  Salvador que,como cidade altamente civilizada   não iria deixar a França lhe passar a perna?
Então, para morrer e ser enterrado aqui tem que tirar senha, isso nas Quintas dos Lázaros, cemitério dos mais pobres,gente que passou toda a vida de fila em fila, lutando para viver e agora tem que disputar no palitinho um lugarzinho humilde para se enterrar.
Assim,antes do nascer do  sol  ,as filas para pegar a senha já se formam , menos para as funerárias privilegiadas que conseguem senhas sem o menor esforço ,a não ser enfiar a mão no bolso e molhar a mão do funcionário – então vocês não sabem que a sagrada instituição  da propina   vem desde o Descobrimento e,de tão antiga,deveria constar da própria Constituição? - Isso se não fôssemos uma sociedade de hipócritas!
Segundo eu li ,a coisa se passa assim;você liga pro cemitério,alguém atende e pede para você chegar cedo ,pois,só estão sendo distribuídas seis senhas por dia e,se você perder a hora ,ferra-se ,tem que guardar o defunto em casa.
Até parece que a pessoa estava ligando para o SAC tentando tirar um   passaporte,veja que situação?!
Assim como nascem muito mais pobres do que ricos,morrem também  ,pois balas perdidas,policiais truculentos,drogas ,maus tratos e péssimo atendimento médico,dão sua valiosa contribuição para o passamento, mesmo que o cara tenha sido alimentado a mingau de cachorro e comido charque com farinha seca,pois, pobre é um bicho renitente e recusa-se a morrer mesmo com todas as disposições em contrário  e os governos unidos fazendo tudo para acelerar o passamento.
A morte é feia,seja para pobres ou privilegiados, dela ninguém escapa,nem o rei, nem o bispo nem o papa ,como diziam os versinhos da minha infância , mas,pelo menos, a população tão sofrida, deveria estar livre desta angústia e humilhação.
Com a palavra o Governo!





                                                  O MELHOR DO BOM HUMOR!







DICAS & NOTÍCIAS

DE UM ADVOGADO (ELES SABEM DAS COISAS...)
1. Não assine a parte de trás de seus cartões de crédito. Em vez disso, escreva 'SOLICITAR RG'.

2.
 Ponha seu número de telefone de trabalho em seus cheques em vez de seu telefone de casa. Se você tiver uma Caixa Postal de Correio use esta em vez de seu endereço residencial. Se você não tiver uma Caixa Postal, use seu endereço de trabalho. Ponha seu telefone celular ao invés do residencial. 

3. Tire Xérox do conteúdo de sua carteira. Tire cópia de ambos os lados de todos os documentos, cartão de crédito, etc. Você saberá o que você tinha em sua carteira e todos os números de conta e números de telefone para chamar e cancelar. Mantenha a fotocópia em um lugar seguro. Também leve uma fotocópia de seu passaporte quando for viajar para o estrangeiro. Sabe-se de muitas estórias de horror de fraudes com nomes, CPF, RG, cartão de créditos, etc... roubados. 
4.  Cancelem seus  cartões de crédito imediatamente. Mas a chave é ter os números de telefone gratuitos e os números de cartões à mão, assim você sabe quem chamar.
Mantenha estes onde você os possa achar com facilidade. 

5. Abra um Boletim Policial de Ocorrência (B.O.) imediatamente na jurisdição onde seus cartões de crédito, etc., foram roubados. Isto prova aos credores que você tomou ações imediatas, e este é um primeiro passo para uma investigação (se houver uma). 

Mas aqui está o que é talvez mais importante que tudo:
 
6. Chame imediatamente o SPC (            11-3244-3030 begin_of_the_skype_highlighting            11-3244-3030      end_of_the_skype_highlighting      ) eSERASA (            11-33737272 begin_of_the_skype_highlighting            11-33737272      end_of_the_skype_highlighting      )e outros órgãos de crédito (se houver) para pedir que seja colocado um alerta de fraude em seu nome e número de CPF. Eu nunca tinha ouvido falar disto até que fui avisado por um banco que me chamou para confirmar sobre uma aplicação para empréstimo que havia sido feita pela Internet em meu nome. O alerta serve para que qualquer empresa que confira seu crédito saiba que sua informação foi roubada, e eles têm que contatar você por telefone antes que o crédito seja aprovado..
Aproveite as dicas e se livre de problemas ...já que não pode se livrar dos impostos...!




DIL +

D. Dilma foi a Cuba
para Fidel visitar.
E,por isso,nossa imprensa
começou a encrencar,
pois fazer essa visita
faz a direita chorar.

Ouvi ontem muita gente
dessa imprensa se queixar.
Pois a nossa presidenta 
não foi lá pra provocar
e de direitos humanos
nem quer mesmo ouvir falar.

Para nossos "jornalistas"
uma pista vou deixar
como reclamar de Cuba
se Guantánamo lá está.
Será que a nossa imprensa
disso nunca ouviu falar?

Não pode usas esse tema
como arma de política
disse nossa presidente 
e,pra isso foi implícita.
Quem tem telhado de vidro
com o vizinho não se arrisca.

Quem invadiu o Iraque 
para roubar e pilhar
quem" fabrica" crise econômica
para com o povo lenhar
tem lá alguma moral
pra dos outros se queixar?

Vamos deixar de firulas
e também de hipocrisia.
Uns podem,outros não podem
Valha-nos Vigem Maria
essa gente  tão estranha
me provoca muita azia.

Aviso aos navegantes 
que queiram me enquadrar.
Não sou direita nem esquerda
muito menos,militar.
Mas,o mal feito que vejo
 tenho mesmo que falar
e,quem não quiser ouvir
pode me deletar.






ESTÁ DE FÉRIAS? VAMOS VIAJAR!

ILHA DE MARÉ,BAHIA

E ai,amigo, gosta de paz e sossego ,muito verde e rara beleza?
Visite a Ilha de Maré,situada na Bahia de Todos os Santos.
Não se preocupe.Muitos pecadores e pescadores andam por lá,também.
As praias são paradisíacas ,a pesca fácil e o artesanato  ,lindo.
Em Santana,tem as rendeiras  ,a das rendas de bilro.
Botelho tem uma boa gastronomia e um doce de banana de se comer rezando.
Ao encostar no cais  da ponte que o nosso prefeito mamão começou e não acabou,pergunte,espie,sonde e descubra maravilhas,como as bolsas de praia de palha ou  papel maché.



COMO CHEGAR

Na localidade de São Tomé de Paripe,subúrbio de Salvador,pode-se pegar um barquinho das 9 ás 17.30;a travessia dura trinta minutos,custa três reais e é trilegal,sem sustos ou embaraços.





ELES DISSERAM:

"NA ÉPOCA DE SEMEAR,APRENDE.NA ÉPOCA DA COLHEITA,ENSINA.NO INVERNO,APROVEITA."
William Black,filósofo